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Informadouro

Éramos Douro... agora somos mundo!

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Ministério da Administração Interna autorizou a instalação de sistema de videovigilância na Zona Ribeirinha de Vila Franca de Xira

Divulgação

Foi publicado em Diário da República no passado dia 2 de janeiro o Despacho n.º 24/2018, do Gabinete da Secretária de Estado Adjunta e da Administração Interna que autoriza a instalação e utilização do sistema de videovigilância no Município de Vila Franca de Xira.

Em comunicado a Câmara Municipal diz estarem assim garantidas as necessárias condições para a instalação de 20 câmaras de videovigilância, que irão abranger o Caminho Pedonal Ribeirinho e o Parque Urbano do Cevadeiro até ao Jardim Municipal Constantino Palha, numa área com cerca de 3,5 kms de extensão. "A medida destina-se a uma melhor proteção e segurança das pessoas e bens, visando também a prevenção da prática de crimes naqueles locais", considera a autarquia realçando que "serão naturalmente salvaguardadas as medidas previstas na lei de respeito pela privacidade dos moradores e visitantes da zona ribeirinha de Vila Franca de Xira".

Seguem-se agora trabalhos de articulação com a PSP e as diligências necessárias ao lançamento de concurso público, financiado pela Câmara Municipal, que irá concretizar a instalação destas câmaras de videovigilância.

Guimarães preside ao Conselho Geral da Rede de Municípios para a Adaptação Local às Alterações Climáticas

Divulgação

O Município de Guimarães vai presidir entre 2018 e 2021 ao Conselho Geral da Rede de Municípios para a Adaptação Local às Alterações Climáticas, que engloba 31 autarquias de Portugal Continental, Açores e Madeira, além de outras entidades de cariz público e privado diretamente ligadas a esta temática.

Com mandato até 2021, integram a Mesa do Conselho Geral as câmaras municipais de Odemira, Funchal e Guimarães (que preside), assim como, para o Conselho Coordenador, as autarquias de Torres Vedras, Tondela e Loulé.

Na última reunião foram abordados vários temas-chave, tais como cenários climáticos mundiais e nacionais que se perspetivam a prazo; instrumentos e métodos para a adaptação; adaptação setorial, nas áreas das florestas, dos recursos hídricos, do turismo e das zonas costeiras; experiências inspiradoras a nível internacional.

No evento, que contou com a presença do secretário de estado do Ambiente, Carlos Martins, e da diretora-geral do território, Fernanda do Carmo foi acordado um programa de ação para os próximos quatro anos que, incidindo sobre o reforço das políticas, ação e governação no quadro da adaptação às alterações climáticas que crescentemente se fazem sentir a nível local, será apresentado e debatido pelo Conselho Geral no primeiro trimestre do próximo ano.

O segundo seminário anual da Rede ‘adapt.local’ será realizado, no final de 2018, na Figueira da Foz.

Atualmente, a Rede de Municípios para a Adaptação Local às Alterações Climáticas representa cerca de 10% dos Municípios Portugueses, que por sua vez representa mais de 1/3 da população portuguesa.

Atalaia classificada como Monumento de Interesse Público ao fim de 40 anos

Município de Vila Nova de Cerveira

Já está publicada, em Diário da República, a portaria emitida pela Ministério da Cultura que classifica a Atalaia, em Vila Nova de Cerveira, como Monumento de Interesse Público. Iniciado há quase 40 anos, o processo fica assim concluído, com o reconhecimento nacional do enorme valor patrimonial daquela estrutura localizada no Alto de Lourido.

Para o autarca cerveirense, Fernando Nogueira, “esta é uma das formas de conseguir avançar com uma preservação e valorizarão digna e efetiva da Atalaia como merece. Para além de ficar legalmente protegida, abrem-se janelas de oportunidade para recorrer a fontes de financiamento para sua reabilitação”.

Assinado pelo Ministro da Cultura, Luís Filipe Carrilho de Castro Mendes, o documento refere que o Fortim da Atalaia “possui uma grande relevância histórica e patrimonial, destacando-se a originalidade da sua estrutura, a sua importância no âmbito da arquitetura militar e da defesa da raia minhota, e a cronologia da sua fundação”.

A classificação como Monumento de Interesse Público reflete os critérios constantes do artigo 17.º da Lei n.º 107/2001, de 8 de setembro, relativos ao caráter matricial do bem, ao seu interesse como testemunho notável de vivências ou factos históricos, ao seu valor estético, técnico e material intrínseco, à sua conceção arquitetónica e paisagística, à sua extensão e ao que nela se reflete do ponto de vista da memória coletiva, e à sua importância do ponto de vista da investigação histórica ou científica.

Localizada no Alto do Lourido, em posição elevada, a meia encosta, e detendo um amplo sistema de vistas, funcionaria como complemento da defesa de Vila Nova de Cerveira e do Forte de Lovelhe. Em conjunto com este forte e com o Castelo medieval de Cerveira, esta atalaia constituiu o sistema defensivo da vila e da fronteira do rio Minho ao longo do período da Guerra da Restauração.

Embora se atribua a construção ao esforço militar de meados do século XVII, a sua tipologia denuncia ainda os modelos renascentistas, de influência italiana, que caracterizaram a primeira metade do século XVII, sendo mesmo possível que a intervenção setecentista tenha reformulado uma estrutura de origem medieval. A estes modelos corresponde o torreão cilíndrico de pouca altura, rematado em cordão e parapeito preparado para peças de artilharia, levantado sobre plataforma quadrangular rodeada por fosso, centrado por uma cisterna e envolvido por bateria vazada por porta em arco apontado.

Paisagens de Proença-a-Nova inspiram alunos de Belas Artes

Município de Proença-a-Nova

As paisagens de Proença-a-Nova serviram de inspiração aos alunos finalistas da licenciatura e de Mestrado em Escultura da Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa (FBAUL) para a realização de trabalhos de avaliação dos respetivos cursos.

O primeiro grupo, composto por 38 alunos finalistas da licenciatura em Escultura, debruçou-se sobre a escultura efémera a partir da natureza da Aldeia Ruiva e imediações para desenvolverem o projeto para a disciplina de Escultura V. Inspirando-se na realidade que os rodeava e nos materiais que a envolvente lhes forneceu, como as cores das folhas outonais, as cascas das árvores, a terra, a água e o vento, os alunos realizaram esculturas a partir dos elementos naturais.

Para uma das professoras responsáveis, Andreia Pereira, este trabalho de campo é importante, “pois dá aos alunos a oportunidade de trabalhar em contexto real, com um conjunto de condicionantes como um espaço de tempo conciso para resolver o exercício com as condições que vão encontrar no local. Dá-lhes um sentido de responsabilidade mais apurado, o que é fundamental. É muito importante dar a estes alunos competências de responsabilidade e cumprimento de prazos, assim como os prepara para a comunicação com o outro, pois terão de explicar à população local o que estão a fazer e porque estão ali”.

O segundo grupo de alunos da FBAUL, composto por 11 alunos de Mestrado em Escultura, no âmbito da disciplina de Projeto e Laboratório em Escultura, realizou um trabalho de identificação do espaço físico e das vivências em aldeias com poucos habitantes do concelho: Fórneas, Esfrega, Herdade, Cunqueiros, Oliveiras, Figueira, Vale da Mua, Sobral Fernando, Ripanço; e aldeias abandonadas: Pedreira e Aldeia do Marcelino.

Esta residência artística decorreu durante o passado mês de dezembro ao abrigo do protocolo entre a Câmara Municipal de Proença-a-Nova e a instituição de ensino superior.

A partir da informação recolhida os alunos irão realizar um projeto para uma futura intervenção nestes espaços, nas diferentes localidades com várias configurações: aldeias com população residente e organizada num sentido comunitário de sustentabilidade; aldeias que são habitadas sazonalmente; aldeias onde existem apenas ruínas arquitetónicas como vestígios de um outro tempo e “encontrámos também uma população extremamente empática, aberta e interessada em comunicar connosco”, conta a professora.

O objetivo desta residência foi estabelecer relação com estes lugares abandonados ou em processo de abandono e com a realidade das pessoas que os habitam e dessa relação surgirá a base para os futuros trabalhos. Está previsto que este grupo regresse daqui a um ano, dando continuidade ao projeto realizado durante esta primeira residência. “No entanto, queremos salientar que o objetivo é que o resultado final tenha significado principalmente para a população de Proença-a-Nova”, completa Andreia Pereira.

Vouzela: 18 Grupos do concelho cantam as Janeiras em São Miguel do Mato e Fornelo do Monte

Divulgação

Vouzela está a ser palco do XXVI Encontro Concelhio de Cantares de Janeiras. A participação expressiva dos grupos do concelho levou a Câmara Municipal a desdobrar, este ano, a iniciativa em dois finais de semana.

No sábado de Reis, 6 de janeiro, os cantares decorreram na Igreja Paroquial de Moçâmedes, São Miguel do Mato, no dia 13 de janeiro, será a vez da Igreja Paroquial de Fornelo do Monte, receber as janeiras.

A iniciativa tem como principais objetivos revitalizar a tradição das Janeiras e promover o encontro e partilha cultural entre os grupos da terra.