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Marinha Grande quer juntar 20 mil pessoas na iniciativa “O Pinhal é a Nossa Bandeira”

Divulgação

Domingo, 25 de março, todos serão poucos para devolver o verde à Mata Nacional de Leiria. São esperadas cerca de 20 mil pessoas para arregaçar mangas, pegar na enxada e dar início à plantação de 67.500 pinheiros (oferecidos por diversas empresas e entidades). A missão é ambiciosa e desafia ainda os participantes a formar uma Bandeira Nacional Humana com chapéus de chuva (oferecidos por empresas) no talhão 256 (32 hectares) que foi afetado pelo incêndio de 15 de outubro de 2017.

As chamas consumiram 80% do “pulmão” desta região e do País e, em poucas horas, deixaram um cenário pintado de negro que mudou para sempre a vida e as histórias de milhares de pessoas.

A iniciativa "O Pinhal é a Nossa Bandeira" foi desenhada pela It’s Happening e a Agency Models em parceria com a Câmara Municipal da Marinha Grande e tem como Parceiros Estratégicos o ICNF, Exército e Força Aérea.

“Este pinhal que encerra milhares de histórias e de vivências, deu ao longo de séculos muito ao País. É chegada a hora do País ajudar a Mata Nacional de Leiria a reerguer-se”, lembra a organização.

O Pinhal precisa de 25 milhões de árvores. “Nós vamos apenas dar um pequeno passo nesta tarefa que tem de ser de todos nós”.

E deixam o convite: “Queremos que Portugal se una a esta causa e por isso contamos com Todos”.

“Rota do Barroco” de Arcos de Valdevez integra projeto “Alto Minho 4D – Viagem no tempo”

Município de Arcos de Valdevez

O Município de Arcos de Valdevez vai integrar a ação promocional de valorização do património cultural “Alto Minho 4D – Viagem no tempo”, com a Rota do Barroco.

O projeto “Alto Minho 4D – Viagem no Tempo” tem como principal objetivo a criação de uma rede de 10 rotas/ itinerários cronológicos culturais baseados na história e nos bens patrimoniais do Alto Minho, que possa contribuir para a promoção da autenticidade e da identidade do território e para a mobilidade turística na região.

Todos os mês haverá uma conferência no concelho sede de cada uma das 10 rotas culturais do Alto Minho, tomando por tema os diferentes períodos da história onde se enquadram.

O projeto também inclui a atividade performativa “Portas do Tempo”, dinamizadas pelas Comédias do Minho e o Centro Dramático de Viana/ Teatro do Noroeste, envolvendo a participação dos agentes e das comunidades criativas locais, bem como a atividade experiencial “Sketching com História”, realizada em parceria com a Associação Urban Sketchers Portugal (USkP), que pretende reunir vários artistas nos concelhos do Alto Minho em encontros de sketching.

Através desta participação, o Município arcuense associa-se e alarga o seu próprio programa das comemorações do Ano Europeu do Património Cultural, com o objetivo de promover o conhecimento, o usufruto e a valorização turística dos valores históricos, artísticos e científicos dos bens patrimoniais do Alto Minho.

Fundação INATEL comemora Dia Mundial do Teatro em Alijó

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O concelho de Alijó entra em cena no Dia Mundial do Teatro pela mão da Fundação INATEL.

Entre os dias 23 e 25 de março decorrerá a antestreia do dia 27, data em que se assinala a arte maior da representação.

Três freguesias, três espetáculos, três argumentos diferentes.

O Pinhão receberá no dia 23 a estreia nacional de “O Chá de São Cornélio”, uma adaptação de “A Mandrágora” de Maquiavel levada a cena pelo Grupo de Teatro do Centro Cultural Lordelense. No dia seguinte, o Teatro Auditório Municipal de Alijó recebe o Teatro Fórum Boticas com o clássico “Alice no País das Maravilhas”. As comemorações encerram no domingo, dia 25 em Favaios, com Hotel Paraíso, uma adaptação a um texto de António Torrado executada pelo Grupo de Teatro da Associação Vale d’Ouro.

A Fundação INATEL descentraliza as comemorações do Dia Mundial do Teatro, à semelhança do que tem feito todos anos, com o propósito de promover o intercâmbio entre grupos de teatro associados, ao mesmo tempo pretende contribuir para a dinamização cultural na região e divulgar o trabalho de grande qualidade técnica e artística desenvolvido pelos grupos de teatro amador de Trás-os-Montes e Alto Douro.

Quercus alerta para risco das desafetações florestais para zonas industriais e outros fins

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No Dia Internacional das Florestas a Quercus mostra-se preocupada com a desafetação das áreas afetas ao regime florestal, nomeadamente matas nacionais, autárquicas ou comunitárias.

Portugal é o país da Europa com menor área florestal pública, menos de 2%, dos espaços florestais. Considerando o parecer do Provedor de Justiça sobre a necessidade de evitar as desafetações ao Regime Florestal, assim como os impactes dos incêndios florestais de 15 de outubro sobre estas matas litorais, a Quercus considera que não é admissível continuar com desafetações do Regime Florestal em matas públicas ou comunitárias.

A associação ambientalista teme que estas áreas sejam convertidas em zonas industrias, agroindustriais ou de agricultura intensiva.

Alerta para o risco que incorre o perímetro Florestal dos Pinhais e Dunas de Mira com a desafetação do regime florestal de terreno público para a construção da nova unidade da Lusiaves.

A exploração avícola, com 30 pavilhões, a construir em área de Regime Florestal Parcial, sujeita a desafetação em 3 parcelas. A área total abrange cerca de 200 hectares desafetados de matas públicas, só neste processo. Ainda no concelho de Mira a associação lembra também os alertas deixados sobre a construção da fábrica da Acuinova (Pescanova), neste perímetro florestal e em Rede Natura. Um projeto que, entretanto, não se concretizou porque a empresa ficou insolvente e fechou.

A Quercus diz ter também conhecimento de pressões recentes sobre o Pinhal de Leiria por parte de grupos de interesses que querem desenvolver agricultura intensiva, aproveitando a ocasião de ter ardido grande parte deste Pinhal histórico. (Projeto Nação Valente).