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Barcelos: Padre de Carapeços foi embora... mas com 15 mil euros pela mobília

3H Hugo igrejas Arquitectos, Lda./Homify/Direitos Reservados

 

O padre João Antunes, o pároco de Carapeços que foi afastado em fevereiro último, já saiu da freguesia de Carapeços, concelho de Barcelos, mas levou consigo 15 mil euros pela mobília da casa paroquial, avança o jornal Barcelos Popular

Segundo semanário, o padre ter-se-à reunido com o Conselho Económico (CE) da paróquia (popularmente conhecido como "Fábrica da Igreja" ou "Cooperação Fabriqueira") no passado dia 06 de março, antes de ser dispensado. Este órgão é sempre presidido pelo pároco e é composto por outros elementos da freguesia. A reunião seria marcada para a ser colocada à votação a compra por parte do CE da mobília da casa paroquial onde João Antunes morava enquanto padre de Carapeços. "A decisão da compra pelo valor de 15 mil euros foi decidida com quatro votos a favor e três contra", refere um documento tornado público por Pedro Silva, João Andrade e Guilherme Silva, os elementos do CE que votaram contra. Ao todo, o CE tem sete elementos, incluindo o pároco que fez parte da votação: "Note-se que o vendedor da mobília, padre João Antunes, exerceu o direito de voto enquanto elemento da Copoaração Fabriqueira no papel de comprador". 

Os três elementos não concordaram esta situação e denunciaram publicamente o negócio, para além de terem feito chegar uma queixa a Dom Jorge Ortiga, arcebispo de Braga. O grupo refere que não houve um inventários dos bens da casa e uma fotne acrescentou ao jornal que grande parte dos bens foram oferecidos a João Antunes na altura da construção da residência paroquial. Para além disso, falam de um "gravíssimo ato de gestão" num acontecimento "imoral e ilegal": João Antunes apareceu como parte interessada na venda mas, como fazia parte do organismo que adquiriu os bens, não se terá imiscuído de votar no negócio. 

Os denunciantes ponderam avançar com um processo judicial mas, primeiro, quiseram "esclarecer a comunidade", demarcando-se da decisão e "da eventual responsabilidade do desapareimento de bens patrimoniais da comunidade atendendo às sucessivas 'visitas' efetuadas à Igreja Paroquial, centro pastoral e residência", refere o jornal, citando a carta aberta. 

O pagamento de 15 mil euros já foi efetuado para a conta de João Antunes, sendo que o dinheiro saiu da direitos paroquiais e esmolas. 

Contacto pelo jornal, o padre desvalorizou a interpretação dos três elementos que votaram contra a compra da mobília mas, quando questionado sobre quais partes não eram verdadeiras, João Antunes disse não ter "declarações a dar. 

Recorde-se que João Antunes foi afastado da paróquia de Carapeços depois de, em janeiro, entrar em "rota de colisão" com o grupo de jovens Grupo de Jovens de Santiago de Carapeços - Kyrios, depois do padre ter acusado um elemento do grupo de ter enviado mensagens de cariz insultuoso. Em resposta, o grupo lançou um comunicado onde diz que as acusações são falsas. O padre suspendeu as atividades do grupo, proibindo-o de usar as instalações da igreja. As catequistas solidarizam-se com o Kyrios e não deram catequese. O padrea acabou por ser afastado pela diosese. 

Despiste de autocarro na A6 faz 19 feridos

CMTV/Correio da Manhã/Direitos Reservados

 

Um autocarro despistou-se ao fim da tarde desta quinta-feira na A6.

O acidente deu-se ao quilómetro 30, no sentido Montemor-o-Novo > Vendas Novas, fazendo 38 feridos ligeiros. 19 foram conduzidos ao hospital de Évora e os restantes foram assistidos no local. 

Todos os ocupandes são de origem asiática. 

Fonte oficial da GNR diz ser "prematuro" avançar com uma razão para o despiste. 

A autoestrada, neste nó, está cortada. 

Barcelos: autarca quer eleições antecipadas

Diana Tinoco/SOL/Direitos Reservados

 

Miguel Costa Gomes quer eleições intercalares no concelho de Barcelos, avança o jornal Barcelos Popular na edição de hoje. 

Segundo o semanário local, o autarca não quer governar em minoria e tem a convicção de que vencerá umas possíveis eleições com maioria absoluta. Em estudo, está uma possível aliança com José Pereira, vereador eleito pelo movimento "Barcelos Terra de Futuro" (BTF). Se esta aliança falhar, haverá eleições intercalares mas apenas para a câmara municipal.

Costa Gomes está sem competências delegadas atribuídas pela câmara depois dos veradores da oposição terem chumbado essa delegação, fazendo valer o facto de os seis vereadores ser maioria face aos cinco eleitos pelo PS. 

Convocar eleições neste momento também poderá servir para fazer desaparecer politicamente Domingos Pereira, o fundador do BTF. Segundo o jornal, Costa Gomes e os seus colaboradores mais próximos acreditam que a dinãmica eleitoral surgida nas últimas autárquicas esmoreceu. Outra razão será o facto de o PSD local ir a votos e não se prevê que surja uma figura que seja capaz de mobilizar o eleitorado laranja. 

Lisboa: 64% dos estudantes queixam-se de residências e casas arrendadas

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Um fogão por 50 alunos ou o acesso à cozinha em casa particulares exige uma taxa extra...

Estes são apenas alguns exemplos de relatos de estudantes do ensino superior incluídos num estudo da Federação Académica de Lisboa (FAL), citado pela Agência Lusa, com o título "Alojamentos de Estudantes Deslocados - Residências e Arrendamentos". 

O estudo baseia-se em respostas de 400 estudantes em Lisboa e que estão longe de casa, sendo que a maioria dos inquiridos está a estudar a mais de 250 quilómetros de casa.

Estudantes queixam-se de condições inadequadas e metade paga mais de 150€/mês

Há residências universitárias públicas que têm um fogão para 50 estudantes. Há alunos que vivem em residências e que se queixam de infiltrações, outros que não têm acesso à internet ou que não têm sala de estudo.

- João Rodrigues, presidente da FAL

 Segundo o estudo, que será publicado durante este mês no "Livro Negro do Ensino Superior", os estudantes queixam-se de diversas situações como o facto de haverem residências universitárias onde um fogão tem de ser dividido por 50 alunos ou de casas arrendadas onde os alunos só podem usar a cozinha mediante o pagamento de uma taxa extra. 

A maioria dos estudantes refere que as residências têm espaços de refeitório ou cozinha mas 40% considera que estes espaços não são adequados. A utilização de equipamentos básicos como o frigorífico também é posta em causa com 45% dos inquiridos a afirmar que o eletrodoméstico "não tem a dimensão adequada ao número de pessoas" que o utilizam e, com isso cria "dificuldades de gestão dos alimentos e uma alimentação menos cuidada". 

Quase metade dos estudantes nas residências pagam mais de 150€ mensais, sendo que 30% são beneficiários de complemento de alojamento. 

Fora das residências, o cenário é pior

Para quem não conseguiu lugar nas residências universitárias, o cenário lisboeta é gravoso. João Rodrigues alerta que "há alunos a pagar 430 euros para viver numas águas furtadas". Mais de 90% dos estudantes que vivem em casas arrendadas pagam mais de 150€ mensais. Só 3% recebem complemento de alojamento. 

O acesso à cozinha em casas particulares também implica um pagamento extra e quase 20% dos estudantes acham esse valor "caro". As rendas elevadas fazem com que se partilhe a casa e a sala ou o espaço de convívio se transforme em mais um quarto. 

Para completar o cenário, muitos senhorios não querem passar recibo. "Quando as famílias o pedem, as rendas aumentam mais", diz João Rodrigues. 

O presidente da FAL reuniu-se ontem com o Manuel Heitor, Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior propondo um pacote de medidas que integrem benefícios fiscais para os senhorios que arrendem a estudantes e reformados e a reabilitação edificado público para aumentar a oferta atual. 

Reabilita Braga: prazo de candidaturas alargado até 30 de março

Divulgação

 

Até 30 de março, promotores, equipas de engenharia e arquitetura ou, mesmo, os proprietários de imóveis que tenham sido intervencionados em matéria de reabilitação urbana nos dois últimos anos civis, podem submeter as candidaturas ao Prémio Reabilita Braga. 

Os professores, investigadores e estudantes também têm até dia 30 de março para submeter os seus trabalhos de investigação sobre temas relacionados com a reabilitação urbana no concelho de Braga. 

O Prémio Reabilita Braga é uma iniciativa da autarquia bracarense e conta com o apoio da Ordem dos Engenheiros - Região Norete e do Museu de Arqueologia D.Diogo Sousa. Segundo a câmara municipal, o galardão serve para "Distinguir as melhores iniciativas de promoção de Reabilitação e Regeneração Urbana de Braga numa perspetiva multidisciplinar, considerando o impacto para a cidade nas suas dimensões social, económica e cultural, a promoção e salvaguarda do património edificado" e "premiar os trabalhos de investigação sobre reabilitação urbana, produzidos em universidades e cujo território de estudo seja o concelho de Braga". 

As inscrições podem ser feias em www.reabilitabraga.pt