Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Informadouro

Somos mundo!

Informadouro

Somos mundo!

Alijó: Chuva causa inundações e deslizamentos de terra no Pinhão

Ricardo Carvalho/Jornal de Notícias/Direitos reservados

 

A vila do Pinhão, em Alijó, foi afetada por inundações e deslizamentos de terra devido à chuva que se fez sentir na zona, na tarde desta segunda-feira. 

Segundo José Paredes, presidente da câmara de Alijó, em declarações à Agência Lusa, refere que a zona do Pinhão foi afetada por "estragos significativos" na própria vila, nas estradas e nas vinhas do Douro. O JN avança que as ruas da povoação estiveram intransitáveis devido à agua acumulada. 

Carlos Pereira, comandantes dos bombeiros do Pinhão, avançou à Lusa que as estradas de acesso da vila a Alijó e Sabrosa foram cortadas devido a derrocadas e deslizamentos de terras. À corporação de bombeiros, chegaram pedidos de ajuda devido a inundações a estabelecimentos e à estação ferroviária. 

Segundo o site da Autoridade Nacional de Proteção Civil, no local estão 45 operacionais acompanhados por 15 viaturas.

Barcelos: Junta de Lijó acusada de obra "ilegal"

Pedro Granja/Barcelos Popular/Direitos Reservados

 

O presidente da Câmara Municipal de Barcelos, Miguel Costa Gomes, referiu, em Reunião de Executivo, que uma obra de 112 mil euros, realizada pela junta de Lijó, é "completamente ilegal". 

A acusação surgiu na reunião do passado dia 18, depois de José Novais, vereador do PSD ter questionado o executivo sobre a não aribuição de um subsídio para um parque de estacionamento e casas de banho nas traseiras da igreja.

Costa Gomes retorquiu. Segundo o jornal local Barcelos Popular, o presidente disse que o município não pode "subsidiar uma obra ilegal" e que esta avançou "sem projeto aprovado", estando "condicionado à posse da propriedade". 

Quando questionado pelo jornal, Joaquim Dantas, presidente da junta de Lijó, discorda da visão de Costa Gomes: a obra "não está ilegal". 

Dantas esclarece que os projetos de arquitetura foram feitos pela autarquia e que os de especialidade não avançaram porque a câmara pedu que a junta fosse proprietária do terreno. Uma impossibilidade, diz o autarca de Lijó, que refere os gastos do munícipio em obras semelhantes. "A Câmara já deliberou perto de um milhão de euros para este tipo de a juntas e fabriqueiras. Não vejo porque não apoia aqui Lijó." Argumentando estar "a ficar sem paciência, Joaquim Dantas diz que a junta está a pedir "apenas um subsídio no valor de um terço do custo, 30 mil euros". 

"Lijó tem sido totalmente esquecida e está a ficar a milhas de outras freguesias", diz o presidente da junta.