Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Informadouro

Éramos Douro... agora somos mundo!

Informadouro

Éramos Douro... agora somos mundo!

Barcelos: Festa de S.João de Barcelinhos está de volta

Facebook

 

Está de volta a festa de S.João na freguesia de Barcelinhos, Barcelos. O programa das festas foi apresentado este sábado estende-se de 17 a 24 de junho. 

"Quando era miúdo, isso (a cascata e a festa) trazia muita gente. Era uma festa muito conceituada", refere Tiago Araújo, presidente da Comissão das Festas Populares de Barcelinhos, em declarações à Rádio Barcelos. O objetivo da comissão passa por restabelecer a festa como uma referência no concelho: "As pessoas estão contentes e isso mostra que a Festa de S.João tem um lugar no coração de todos os barcelinenses", diz o responsável. 

"Símbolo máximo das festividades e do bairrismo", a cascata será inaugurada a 17 de junho. No fim de semana seguinte, é que haverá outras atividades com concertos de Os Aurora (dia 22) e Sérgio Mirra (dia 24). O Grupo Folclórico de Barcelinhos junta-se à festa com um Festival Ibérico de Folclore no dia 23. Da 00h às 04h, na noite de 22 e 23, haverá ainda a atuação de djs.

Todo o programa está disponível no Facebook oficial da Comissão.  

Douro TGV 2018: TGV acelerou no último dia com depósito cheio de “Vinho”

I Love Douro/Direitos Reservados

 

Depois de se debater “A Seca de um Bem Líquido” e se a Região Demarcada do Douro (RDD) estará atenta às alterações climáticas. Porque não é permitido regar a vinha na RDD? A resposta poderá estar no facto de “a rega influenciar negativamente as uvas e os vinhos do Douro” e foi esmiuçada por Guilherme Marques Martins, da Science Agro Bordeaux durante a manhã da passada sexta-feira, 25 de maio, o último dia em que o “Douro TGV” esteve “estacionado” no Palácio do antigo Governo Civil de Vila Real.

No Regia Douro Park, decorria em paralelo o “Concurso de Vinhos Douro TGV” que teve como diretora de prova Olga Martins, CEO da Lavradores de Feitoria. Em avaliação estiveram dois néctares de cada um dos 36 produtores participantes que foram analisados por 30 jurados, todos enólogos, dois dos quais exercem esta profissão fora da região demarcada mais antiga do mundo.

A tecnologia esteve ao serviço do Vinho uma vez que, para agilizar esta prova cega, foi inaugurada uma aplicação que deu aos visitantes toda a informação sobre os vinhos em prova e a Concurso. Os jurados pontuaram cada referência vínica através desta aplicação desenvolvida pela a Outsmartis, Lda., startup de André Conde que está a funcionar no Regia Douro Park.

 

Os Vinhos premiados no concurso foram: Alta Pontuação; Monte do Desespero; Quinta dos Lagares VinhasVelhas; Quinta dos Nogueirões nos Tintos, todos eles de 2014. Obtiveram uma elevada pontuação e receberam unanimidade dos avaliadores. Os Vinhos brancos distinguidos foram o Quinta dos Castelares; Montalegre Reserva; Quinta das Carriças, todos eles de 2016.

O “Douro TGV - Mostra de Vinhos e Sabores” foi o momento alto dos três dias do evento, com cerca de 60 produtores de várias regiões (não apenas Douro) presentes para dar a conhecer e provar os seus vinhos. A mostra foi complementada por uma degustação de produtos gastronómicos e música ao vivo.

O anúncio e entrega dos diplomas aos vencedores do concurso de vinhos encerrou a 2ª edição do Douro TGV. Para o haverá “mais e melhor” confirmou o diretor do Regia Douro Park, Nuno Pinto Augusto.

Douro TGV 2018: Todos a bordo para pôr Portugal com os Azeites

I Love Douro/Direitos Reservados

 

O Azeite foi o passageiro de honra no segundo dia de viagem do Douro TGV que tinha bilhete carimbado pela Gastronomia. Para fala de azeites, um produto cada vez mais medalhado dentro e fora de portas, estiveram no Palácio do antigo Governo Civil de Vila Real, um trio de especialistas nomeadamente, Edgardo Pacheco, jornalista, crítico de vinhos e gastronomia, grande conhecedor de azeites e autor do Guia “Os 100 Melhores Azeites de Portugal” que defendeu a “existência de uma carta de azeites nos restaurantes”, à semelhança do que acontece com os vinhos.

Francisco Pavão, da Associação de Olivicultores de Trás-os-Montes e Alto Douro, produtor e especialista, um dos maiores experts de azeite em Portugal foi ao Douro TGV para “pôr Portugal com os azeites. Falar abertamente sobre azeite, dar azeite a provar, dar azeite a conhecer e educar o português para a importância do consumo de azeite”.

A brasileira Patrícia Galasini, com um currículo invejável no universo do azeite, e o privilégio de já ter degustado mais de quinhentos rótulos dos quatro cantos do mundo, abordou a temática “O Azeite Português no Mundo. O caso do Brasil”. Países separados por um oceano mas que, em matéria de educação para o consumo e diferenciação do azeite, apresentam ainda “muitas semelhanças”.

Numa altura em que na região se discute e avalia a classificação de Denominação de Origem Protegida para o Azeite produzido no Douro, Francisco Pavão considera que é importante sensibilizar os portugueses para o consumo deste produto e consequentemente os seus benefícios. “Não devemos consumir azeite unicamente pela sua acidez, devemos consumi-lo preferencialmente pelas suas qualidades sensoriais e obviamente azeites sem defeito são os virgem extra”, explicou.

 

Durante a prova comentada de Azeites e degustação de produtos com Azeite os especialistas sublinharam a importância de saber distinguir os néctares não só pela “análise físico-química mas aqui, falamos das questões sensoriais”. Ensinaram que “um azeite virgem extra tem a acidez menor que 0,8% e não pode ter defeitos sensoriais. Se tiver 0,1% de acidez e defeitos sensoriais deixa de ser virgem extra”.

“Cozinhar com os azeites, ao vivo e a várias mãos!” reuniu, novamente um trio, desta vez de chefes, na cozinha do restaurante Panorâmico da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD). André Magalhães, da Taberna da Rua das Flores e da Taberna Fina (Lisboa), João Paulo Magalhães, do futuro restaurante da Quinta do Ventozelo (Douro), e Daniel García Peinado, membro da Academia Internacional do Azeite de Oliva Virgen Extra (AOVE) e da Seleção Espanhola da Cozinha Profissional preparam seis pratos para os 100 participantes. “Um momento inesquecível”, sublinhou o diretor do Regia Douro Park, Nuno Pinto Augusto.

#AceleraVilaReal: Falta um mês para o WTCR

Circuito Internacional de Vila Real/Direitos reservados

 

No dia em que está apresentado o primeiro wildcard para o WTCR em Vila Real (o piloto da casa Edgar Florindo) e a um mês do 49.º Circuito Internacional de Vila Real, falamos com Eduardo Ferreira, diretor da prova, que colocou o Informadouro na pole-position dos preparativos para o WTCR e outras curiosidades. 

Rui Santos, presidente da Câmara Municipal de Vila Real, garantiu que "voltaremos a ter grande festa em Vila Real". 

Veja o vídeo: 

 

 

Douro TGV 2018: "Douro TGV" já está em Vila Real

Helena Margarida/Informadouro

 

O Douro TGV entrou ontem, 23 de maio, nos “carris” e já está no Palácio do antigo Governo Civil de Vila Real. Esta é a segunda edição do evento que tem como "maquinista" o Regia Douro Park que, segundo o seu diretor, Nuno Pinto Augusto, tem o propósito de conduzir “esta grande indústria a um patamar internacional”.

O conceito mantém-se: debater o “Turismo”, “Gastronomia” e “Vinho” de forma a dotar os atuais e futuros players destes setores de ferramentas para fazerem mais e melhor em cada uma das três áreas. Nuno Augusto espera que os empreendedores possam, neste fórum de discussão, “tirar novas ideias, novas propostas de negócio, assistir a novas realidades, falar com promotores que já estão instalados e outros que possam vir”.

 

O traçado desenhado para quarta-feira foi "Na Rota de uma Promoção Conjunta" onde os oradores foram praticamente unânimes em apontar a bússola para a necessidade de se estreitar conhecimentos, parcerias e entendimentos para melhor comunicar a região. Uma tarde dedicada a destacar o papel das instituições e das ferramentas indispensáveis na promoção da Região Demarcada do Douro de uma forma global para, prontamente, dar resposta a perguntas pertinentes: Teremos mais sucesso se nos unirmos? O que nos falta para sermos mais conhecidos e mais visitados?

Na opinião de Alexandre Guedes, representante da Entidade Regional Turismo Porto e Norte de Portugal “não é redutor” para o Alto Douro Vinhateiro integrar a nível promocional este destino - Porto e Norte de Portugal - até porque “me parece pertinente a forma como a Região Demarcada, e dentro dela o Alto Douro Vinhateiro, coliga e comunica com o Porto cidade que tem aqui uma logística fundamental para o desenvolvimento desta região e que traz turistas, que é determinante”, disse.

O presidente da Câmara Municipal de Vila Real, Rui Santos, considera que a região ser promovida com a chancela Porto e Norte de Portugal “é complementar” porque o Porto é “porta de entrada da maioria dos turistas estrangeiros que nos visitam”. O autarca defende que se deve “aproveitar” a sinergia entre o Porto e o resto do território porque o Porto “tem muito a ganhar com o Douro, com Trás-os-Montes, com o Marão, com o Alvão mas nós também temos a ganhar com o mar, com Matosinhos, com o peixe, com a cultura, com os monumentos que existem no resto do país, nomeadamente no norte”.

Vila Real tem uma das maiores atrações turísticas a norte, o Circuito Internacional que vai já na 49ª edição. A adrenalina chega no fim-de-semana de 22 a 24 de junho, com o WTCR, a nova competição que veio substituir o WTCC, como cabeça de cartaz.  Esta prova “arrasta” multidões de fãs até à capital transmontana para ver passar os grandes nomes do automobilismo e jovens promessas em pista. Este ano “voltaremos a ter grande festa em Vila Real, uma grande operação de promoção, que voltará a chegar a cerca de 50 milhões de pessoas em todo o mundo”, garantiu Rui Santos.

 

O Douro, região vinhateira classificada pela UNESCO como Património Mundial da Humanidade, tem no enoturismo um potencial de desenvolvimento que se espera desde 2001 mas, no entender de Alexandre Guedes “é um processo que está ainda em construção”. O investimento tem vindo a ser feito “designadamente no setor privado, também no público, não há dúvidas que a região está a ser infraestruturada e os benefícios que possa transportar para as populações serão de forma gradual, mas paulatinamente isso vai acontecer”.

 

 

O que será expectável é que Turistas e Enoturistas encontrem nas suas visitas realidades que vão ao encontro das expectativas que lhes foram “vendidas” pelos operadores e como tal promover e comunicar as regiões de forma concertada será o melhor caminho. O que, no entender da maioria dos intervenientes no painel, não está a acontecer e se estão a atingir bons resultados nessa matéria. Quem não alinhou neste tipo de discurso “redutor” do potencial que Portugal tem foi Maria João de Almeida. A jornalista e autora do Guia de Enoturismo de Portugal preferiu “passar uma imagem muito positiva do nosso enoturismo” seja no Douro ou no resto do país, adiantando que o importante nesta área é “viajarmos” e avança com o seu exemplo dizendo que “as pessoas que estão dedicadas a esta área muitas vezes têm que se renovar e têm que voltar aos sítios que já conhecem para verem as diferenças e a evolução”, o que nem sempre acontece levando a que sejam criadas imagens erradas e mal comunicadas. “Espero que de alguma forma os jornalistas também tenham essa curiosidade que eu tive para que possamos divulgar o melhor que o país tem”, concluiu.

 

A trilogia Turismo, Gastronomia e Vinho entrou na “gare” ontem e por lá ficará até sexta-feira 25 de maio. Hoje o “Azeite, um Produto D’Ouro” apresenta-se para debate e trará à tona as potencialidades de um produto cuja qualidade é, cada vez mais, objeto de análise e avaliação por parte de entendidos na matéria. Amanhã será a vez do “Vinho” e, de acordo com Nuno Pinto Augusto será o dia mais preenchido: “são esperados cerca de 500 participantes”, disse.

Haverá uma prova de azeites, conduzida e comentada pelos três especialistas em palco – os portugueses Francisco Pavão e Edgardo Pacheco; e a brasileira Patrícia Galisini –, à qual se segue a degustação de outros produtos gastronómicos em que este líquido dourado é um dos ingredientes da receita (pão, gelados, chocolates, entre outros). Segue-se um jantar, intitulado de “Cozinhar com os azeites! Ao vivo e a várias mãos.”, a ter lugar no restaurante Panorâmico, situado em pleno campus da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD). Um jantar que esgotou rapidamente a lotação de 100 lugares disponíveis.

O ‘Douro TGV’ destina-se a todos os players cujas atividades abordem as áreas de turismo, gastronomia e vinho, mas em especial aos agentes e às gentes da região, como sejam os alunos e docentes da UTAD, da Escola de Hotelaria e Turismo do Douro – Lamego e de outras instituições de ensino, cujos alunos são os futuros embaixadores da região.