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Ílhavo vai receber em 2018 o 3º Conselho Geral da Rede de Municípios para a Adaptação às Alterações Climáticas

Município de Ílhavo

O Município de Ílhavo esteve presente no segundo Conselho Geral da Rede de Municípios para a Adaptação às Alterações Climáticas, e no primeiro seminário anual da Rede: o “Adapt.Local.17 - Adaptação Local às Alterações Climáticas”, que decorreu em Vilamoura, nos dias 23 e 24 de novembro.

No Conselho Geral da Rede foram eleitos os órgãos sociais para o quadriénio 2018-2021, tendo sido nomeadas, para o Secretariado de Gestão: “CEDRU”, “We Consultants”, as Câmaras Municipais de Cascais, Sintra, Figueira da Foz e Laboratório da Paisagem da Câmara de Guimarães. A Mesa do Conselho Geral, passa a ser composta pelas câmaras municipais de Odemira, Funchal e Guimarães (que preside) e o Conselho Coordenador, pelas autarquias de Torres Vedras, Tondela e Loulé (que preside).

O Município de Ílhavo fez-se representar por Marcos Ré, Vice-Presidente e Vereador do Pelouro da Adaptação às Alterações Climáticas (Mar e Ria) que reforçou a intenção do Município de continuar a implementar o trabalho de Adaptação refletido na Estratégia Municipal de Adaptação às Alterações Climáticas de Ílhavo (EMAAC - ClimAdapt) agora a ser aprofundado no âmbito do Plano Municipal de Adaptação às Alterações Climáticas (POSEUR 2020), mostrando disponibilidade para a realização de trabalhos da Rede no Município de Ílhavo.

Foi deliberado realizar o 3º Conselho Geral da Rede no Município de Ílhavo e o 2º Seminário Anual no Município da Figueira da Foz.

O 1º Seminário Anual da Rede: Adapt.Local.17 contou com a presença de vários especialistas nacionais e internacionais em adaptação às alterações climáticas, os quais, juntamente com os responsáveis e técnicos autárquicos de todo o país e outros participantes, abordaram um vasto conjunto de temas-chave neste domínio: cenários climáticos mundiais e nacionais que se perspetivam a prazo; instrumentos e métodos para a adaptação, relacionados com metodologias participativas; vulnerabilidades socioeconómicas; cartografia de riscos climáticos; infraestruturas ‘verdes’ e ‘cinzentas’; análises custo-benefício; integração da adaptação no ordenamento do território; financiamento das intervenções; monitorização do clima urbano; adaptação setorial, nas áreas das florestas, dos recursos hídricos, do turismo e das zonas costeiras.

O encerramento deste primeiro Seminário Nacional da Adaptação Local às Alterações Climáticas contou com a presença do Secretário de Estado do Ambiente, Carlos Martins e da Diretora Geral do Território, Fernanda do Carmo.

A Rede de Municípios para a Adaptação Local às Alterações Climáticas (Adapt.Local), foi formalizada em março de 2017, em Guimarães, e integra, neste momento, 31 municípios portugueses, para além de outras entidades de cariz público e privado diretamente ligadas a esta temática. Atualmente a Rede de Municípios para a Adaptação Local às Alterações Climáticas representa cerca de 10% dos Municípios Portugueses, representando estes municípios, mais de um terço da população portuguesa.

Boas Festas!

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