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Informadouro

Somos mundo!

09.10.18

Tauromaquia: PAN questiona Ministério sobre documentário do ISCTE


Bruno Micael Fernandes

ricardo/zone41.net (CC BY-ND 2.0)

O PAN (Pessoas Animais e Natureza) quer saber os motivos pelos quais o ISCTE-IUL encomendou um documentário sobre tauromáquia que, no entender do partido, é um "elogio". 

Em causa, está um contrato por ajuste direto com a produtora Talentos Delicados, no valor de 9980 euros mais IVA. Num comunicado enviado à comunicação social, o PAN afirma que "questionou o Ministério da Educação sobre os motivos que levaram a instituição a celebrar este contrato". Citando a clásula primeira, o PAN afirma que o documentário não terá "uma perspetiva isenta sobre o tema (...) mas da encomenta de um trabalho que serve, com dinheiros públicos, para promover a tauromaquia". 

Ora, Luís Capucha, diretor do Departamento de Ciência Política e Políticas Públicas do ISCTE-IUL, em declarações ao Jornal i, refere que "não há nenhum material a ser produzido para divulgação pública, ainda menos televisiva". "O ISCTE-IUL não está a utilizar qualquer verba do seu orçamento para financiar o projeto", acrescentou. 

Por seu turno, em comunicado, André Silva, deputado do PAN, defende que a inicitiva da instituição "contraria aquilo que a academia devia estimular, o abandono progressivo das tradições anacrónicas e contrárias àquele sentido humanista que vê a cultura como um contributo para nos tornar melhores seres humanos". 

08.10.18

Associação Mundial Magalhânica vai ser apresentada sexta-feira no Espaço Miguel Torga


helena margarida

Espaço Miguel Torga

O Espaço Miguel Torga, em São Martinho de Anta, Sabrosa, foi o local escolhido para a apresentação, na próxima sexta-feira, 12 de outubro, da Associação Mundial Magalhânica - REMAM por agregar a universalidade de Miguel Torga ao pioneirismo de Fernão de Magalhães.

A Associação Mundial Magalhânica irá funcionar em articulação com outras redes existentes  e "tem como objetivo o desenvolvimento da economia à escala global abrindo um novo canal de informação comum entre empresas e associações. Pretendemos a criação de uma plataforma comercial global, assente no conhecimento da tecnologia avançada e que permita potenciar os objetivos económicos das associações e suas empresas associadas”, refere Alberto Tapada da AETUR – Associação dos Empresários Turísticos do Douro e Trás-os-Montes – instituição que lidera a comissão instaladora da Associação Mundial Magalhânica.

A criação da RENAM está inserida na estratégia nacional para as comemorações dos 500 anos da primeira circum-navegação à Terra, levada a cabo pelo navegador Fernão de Magalhães. As comemorações acontecerão entre 2019-2022.

 A articulação com a Estrutura de Missão para as Comemorações do V Centenário da Circum-Navegação (inscrita em Resolução de Conselho de Ministro nº 24/2017) está a ser fundamental para a criação desta Associação, "que está a ter também uma grande adesão parte docorpo diplomático dos países da Rede Magalhânica. Neste momento, são já 27 as associações inscritas na Associação Mundial Magalhânica", faz saber Alberto Tapada.

A Associação Mundial Magalhânica vai incidir as suas ações em três grandes frentes: na articulação com o conhecimento científico da Rede das Universidades Magalhânicas (criada em 2017); na ligação intercultural e social com a Rede das Cidades Magalhânicas (criada em 2013) e na promoção da economia à escala global através de uma plataforma, complementando assim uma espécie de triângulo Magalhânico.

08.10.18

ANESF quer pacto de regime para a floresta


helena margarida

Divulgação

Num momento em que se discute o Orçamento de Estado para 2019, a Associação Nacional dos Engenheiros do Sector Florestal (ANESF) propõe aos partidos com assento parlamentar, estabelecer um pacto de regime para a floresta. “É preciso assumir a necessidade de consignar receitas no orçamento de Estado, que permitam assegurar os meios humanos e materiais para executar no terreno o que precisa ser feito, hoje e para futuro, para que não voltem a acontecer tragédias como as que aconteceram em 2017 e 2018” explica em comunicado a Associação, adiantando que esta consignação tem que ser transversal às diferentes legislaturas e ter duração compatível com os ciclos naturais da floresta.

Em causa está a economia do país, o emprego nas regiões mais desfavorecidas, a conservação da natureza e da biodiversidade, mas acima de tudo a segurança dos cidadãos. Daí que um pacto de regime para a floresta “terá que estar assente no conhecimento da floresta, na saúde, vitalidade e vigor das massas florestais, na valorização dos produtos e serviços do ecossistema e acima de tudo na segurança das pessoas e bens” defendem os florestais.

A ANEF lembra que as florestas são ecossistemas extremamente complexos que demoram décadas a desenvolver-se para poder fornecer os bens e serviços de que a sociedade usufrui. É no melhor conhecimento da engenharia e da ciência que têm que ser apoiadas as orientações politicas, as opções de planeamento e as decisões de gestão. “Não podemos continuar a assistir a decisões pensadas para ciclos eleitorais de 4 anos. Temos uma lei de bases da política florestal que foi aprovada por unanimidade pela Assembleia da República. Temos os instrumentos legais necessários para gerir bem a nossa floresta. Faltam-nos os meios e a coragem para a sua implementação”.

A Associação Nacional dos Engenheiros e Técnicos do Sector Florestal (ANESF) é uma associação profissional que tem como objeto dignificar e promover a profissão de engenheiro e técnico florestal.

03.10.18

Região do Douro esteve em destaque na televisão francesa


Bruno Micael Fernandes

Direitos reservados/TF1

A estação de televisão francesa TF1 transmitiu, este domingo, uma reportagem sobre a região duriense. 

Partindo do lado espanhol, a equipa de reportagem fez paragens em São João da Pesqueira, Pinhão, Peso da Régua e Vila Real, terminando o roteiro na cidade do Porto. Vários pontos turísticos são referidos na reportagem como o Comboio Histórico, os barcos Rabelo ou o Palácio de Mateus. 

"Para falar das suas terras, deste Douro enclavado quente e húmido, os habitantes dizem ter nove meses de inverno e três meses de inferno. É preciso mais para nos desencorajar", diz a jornalista Margot Sobra. 

A reportagem foi incluída na rubrica "Zoom" do jornal das 13h daquela estação. 

Veja a reportagem: 

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