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Informadouro

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03.02.19

Guimarães: Município atribui subsídios para projetos sociais


Bruno Micael Fernandes

Município de Guimarães Comunicação

Vários projetos sociais de Interfreguesias vão receber subsídios por parte da câmara de Guimarães, informou a autarquia em comunicado. 

Ao todo, serão 110 mil euros que serão distribuídos por três projetos da Comissão Social Interfreguesias (CSIF) Comunidade Solidária, CSIF do Oeste e CSIF Sudoeste da Montanha da Penha. 

A junta de freguesia de Azurém vai receber 25 mil euros para a execução do projeto "Oficina das Letras". O projeto "visa promover a reeducação, através do domínio da expressividade oral e escrita, combatendo o analfabetismo e a iliteracia e promovendo o enriquecimento do património cultural das pessoas com idade igual ou superior a 55 anos com baixa escolaridade". O projeto será executado na CSIF Comunidade Solidária e que integra, para além da freguesia de Azúrem, Creixomil, Fermentões, Penselo e Silvares. 

O Projeto "Intervenção Local: Promoção da Qualidade de Vida", promovido pela junta de Ronfe na CSIF do Oeste, viu-lhe ser atribuído o valor de 40 mil euros. O projeto pretende "desenvolver estratégias de intervenção adequadas às necessidades e potencialidades individuais dos idosos em situação de isolamento e fragilidade, promover a participação social, proporcionar proteção e segurança, maximizar o bem-estar físico, social e mental ao longo da vida e proporcionar acompanhamento e terapia ocupacional aos idosos integrados no programa “Guimarães 65+”. 

Por último, o Projeto "Consigo" da CSIF Sudoeste da Montanha da Penha recebeu 45 mil euros. Ao todo, com este projeto, "verifica-se o acompanhamento de 80 agregados familiares, foram cedidos 160 equipamentos adaptativos, realizadas três campanhas municipais de recolha de equipamentos e doados 201 equipamentos para reciclagem e reutilização pela comunidade vimaranense. Acompanha ainda 144 idosos referenciados pelo Programa “Guimarães 65+”". 

A atribuição destes subsídios foram deliberados na última reunião do executivo municipal. 

01.02.19

Afife: Comboio perde motor na linha do Minho


Bruno Micael Fernandes

Nelson Garrido/Público/Direitos Reservados

Uma automotora espanhola e que está ao serviço da CP perdeu o motor quando fazia o percurso Porto-Valença, na linha do Minho. 

Segundo o jornal Público, a situação aconteceu perto de Afife por volta das 21h40. Não houve feridos mas o matutino refere que o risco de descarrilamento esteve iminente: o motor caiu com a automotora em andamento, tendo sido arrastado debaixo da composição e levantado o balastro e danificado as travessas da via. 

O interregional partiu do Porto às 20h15, sendo que deveria chegar a Valença às 22h20. Os quinze passageiros foram encaminhados para os seus destinos de táxi. A automotora foi rebocada por um comboio socorro que foi enviado de Contumil (Porto). 

Em comunicado, a CP diz que o acidente "terá ficado a dever-se à fratura do veio de transmissão entre um motor diesel e a caixa de transmissão, que terá originado a quebra de um dos apoios do motor diesel", sendo que "as equipas técnicas da CP e da EMEF (Empresa de Manutenção de Equipamento Ferroviário) farão as necessárias análises técnicas para apurar as circunstâncias e causas desta ocorrência". 

01.02.19

Vila Real: PJ faz buscas na UTAD


Bruno Micael Fernandes

Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro

A Polícia Judiciária está, esta sexta-feira, a realizar buscas na Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD), em Vila Real. 

Em causa, estará uma fraude ligada a um protocolo com um universidade brasileira. Inicialmente, foi avançado que Fontainhas Fernandes, reitor da universidade, eram alvos destas buscas, algo que foi desmentido. O responsável máximo da academia transmontana, em declarações ao Público, argumenta que "não há qualquer envolvimento" da atual reitoria ou de Elsa Justino, administradora da UTAD, no caso, indica.

Em comunicado, a insituição confirma isso mesmo, garantindo que a "Reitoria e a Administração da UTAD estão a colaborar, desde o início, com a investigação em curso" e que ninguém da equipa reitoral ou administrativa é arguido no processo. A "ação policial faz parte de uma investigação em curso que resultou de diversas participações formalizadas pela própria universidade, na sequência das reportagens emitidas no âmbito do programa "Sexta às 9" sobre os chamados "convénios luso-brasileiros", refere o comunicado.

A par das buscas na instituição, a PJ, através da Unidade Local de Vila Real com ajuda de colegas de Braga e Porto, realizaram várias buscas a residências de alguns suspeios. 

O caso remonta a 2016 quando o programa "Sexta Às 9" (RTP 1) emitiu uma série de reportagens denunciando um esquema de desvio de milhares de euros em que vários alunos brasileiros pagaram propinas mas o dinheiro nunca chegou a entrar nos cofres da instituição. Vários profissionais da instituição são suspeitos de envolvimento, sendo que as práticas só foram abandonadas em 2013. Os contratos em causa foram assinados em 2004 e 2005. O processo judicial, bem como o inquérito interno ainda decorrem. 

Na altura da emissão das reportagens, Fontainhas Fernandes, em entrevista à televisão da universidade UTAD TV, referia que o caso era anterior à equipa reitoral. "Houve uma auditoria por parte do Ministério (do Ensino Superior), bem como uma auditoria externa. Com todas as outras plataformas, acordamos planos de pagamento faseados, nunca prejudicando os estudantes. Neste caso, não aconteceu", indicava o atual presidente do Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas, acrescentando que "só os meios judiciais é que terão de decidir”, lembrando que “as decisões foram sempre favoráveis à universidade”.

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